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Por Redação do IDG Now!
Pesquisa aponta que a função mais associada a ela é a ajuda para obter informações, seguida pela chance de manter contatos e apoio para o trabalho.
O brasileiro vê a tecnologia não como um instrumento para realização pessoal, mas sim como uma aliada para se entreter, manter contatos com as pessoas e resolver questões cotidianas as mais diversas, como acessar informações profissionais ou de serviços.
Não se trata, no entanto, de acreditar que os recursos tecnológicos possam solucionar todos os problemas de sociabilidade ou competitividade no mundo dos negócios. Essa é uma das constatações da pesquisa Estilos de Vida e Bem-Estar Individual, realizada pela empresa Market Analysis, que buscou entender como o brasileiro se relaciona com a tecnologia.
Encontrar informações
Segundo o estudo, a função mais associada à tecnologia é a ajuda para obter informações (63%), seguida pela opção de que ela é um canal para manter contatos com família e amigos (57%) – esse percentual aumenta entre os adultos com idades entre 30 e 49 anos (65%). Para 52%, ela é uma fonte de entretenimento, índice que sobe para 67% entre os mais jovens.
O apoio para atividades profissionais é destacado por 44% dos entrevistados - entre os brasileiros com cargo de gerência, percentual sobe para 80%.
Finanças
Desdobrando os dados relacionados ao comportamento diante da tecnologia, o estudo também identificou que 44% dos brasileiros utilizam a internet para pesquisar e planejar suas finanças.
Essa prática sobe para 53% entre aqueles que estão no auge da vida profissional e que caminham para a aposentadoria (grupo com idades entre 50 e 59 anos).
Já os entrevistados com mais de 60 anos utilizam menos a web com esse fim – apenas 32%.
Consumo de mídia
Outro aspecto mapeado pela pesquisa foram os hábitos de comportamento de mídia. O estudo aponta que o percentual de brasileiros que passou onze horas ou mais por semana navegando na web saltou de 11% para 17%.
Isso quer dizer que, numa semana sem feriados, um em cada seis brasileiros fica metade do dia ou mais tempo acessando a web.
A expansão do uso da rede não representou um afastamento da TV. O percentual de internautas que dedicam o mesmo tempo para assistir a televisão aumentou de 62% para 70,5%.
Segundo os responsáveis pela pesquisa, esses dados contradizem a ideia defendida por alguns de que, com o aumento do uso da rede, haveria uma profunda mudança muito nos hábitos de consumo de mídia, a ponto de a TV perder espaço para a internet.
A pesquisa Estilos de Vida e Bem-Estar Individual foi realizada com 483 adultos com mais de 18 anos residentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre durante o mês de julho de 2009.
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